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Ações promovem inclusão social de comunidades atingidas pelo rompimento da barragem em Mariana

- Projetos realizados em parceria pela Emater-MG e Fundação Banco do Brasil melhoram qualidade e oferta de água -

BELO HORIZONTE (10/11/2017) - Dois anos depois do rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, em Mariana, várias ações estão permitindo que agricultores familiares da bacia do Rio Doce, com apoio da Emater-MG,  possam retornar às atividades econômicas e melhorar a qualidade de vida. Uma boa parte deste trabalho é feita com associações comunitárias que receberam recursos da Fundação Banco do Brasil.

A Fundação seleciona e financia projetos, via edital, para a geração de renda e inclusão social das famílias que foram impactadas pelo rompimento da barragem. Em Minas, a Emater-MG é responsável pela elaboração, execução e acompanhamento de 14 projetos comunitários na região, totalizando mais de R$ 2 milhões dos R$ 10 milhões da Fundação Banco do Brasil e BNDES, destinados a projetos na Bacia do Rio Doce.

Em São Pedro dos Ferros, um projeto de saneamento rural beneficiou 71 famílias da comunidade de Pirraça e região que trabalham com a pecuária leiteira, com apicultura e cultivam hortas, e frutas. “Os agricultores viram que o volume de água do córrego da Pirraça estava diminuindo e também estavam preocupados com a quantidade de dejetos domésticos que era despejada nele. A possibilidade de colocar o projeto de saneamento em execução beneficiou não só as residências, mas também a escola rural da comunidade e o posto de saúde”, segundo a extensionista de Bem-Estar Social da Emater-MG, Luíva Martins.

O valor do investimento social da Fundação BB e não reembolsável foi de R$ 250 mil. Os recursos foram utilizados para a compra de miniestações de tratamento de esgoto. A contrapartida da associação foi com o trabalho de escavação e limpeza dos terrenos para a instalação dos equipamentos. A Emater-MG ficou por conta de elaborar o projeto, acompanhar a execução e auxiliar nas prestações de conta.

O produtor Rodrigo Caldas Lisboa trabalha com apicultura e é vice-presidente da associação. Para ele, a implantação do saneamento rural despertou na comunidade o interesse em desenvolver novos projetos. “A melhoria que o saneamento nos trouxe teve também um lado educativo. Já está na nossa agenda fazer a recuperação de nascentes e instalar um viveiro de mudas. A ação da Emater-MG tem sido fundamental para nos auxiliar nestas iniciativas”, disse.

Barraginhas

No município de Dionísio, o trabalho que está sendo feito é a construção de barraginhas para captação e infiltração no solo da água de chuva. Grande parte da verba de R$ 246 mil foi utilizada para aquisição de uma máquina retroescavadeira. O dinheiro também é usado para compra de combustível.

“Estamos prestando toda a assistência na construção das barraginhas, com a marcação das áreas e orientação técnica. Foram feitas mais de 400. A meta é chegar a cerca de 700 barraginhas, beneficiando todo o município”, explicou técnico da Emater-MG no município, Nilton Martins.

Segundo ele, a ideia de desenvolver o projeto no município é antiga, mas faltavam recursos. “Os produtores daqui são muitos voltados para a questão ambiental. Quando surgiu a oportunidade de obter a verba, foi feita uma votação na associação para a escolha deste trabalho”.

O presidente da Associação Rural de Dionísio, José Vieira Pena, fala com empolgação do desenvolvimento do projeto. “É uma ótima coisa para nós. É a esperança de voltar com as nascentes que secaram. A Emater sempre fez um grande trabalho para o município. Mas este das barraginhas será o melhor de todos, será milagroso”, afirma.

O produtor conta que a aceitação com a construção as barraginhas tem sido muito grande. E, por isso, ela acredita que o número construído será muito maior do que o previsto no projeto. “Eu acho que em breve teremos mais de mil barraginhas aqui em Dionísio”.

Raul Soares

Não muito longe dali, no município de Raul Soares, a Associação Comunitária do Córrego de São Lourenço de Cima obteve R$ 171,5 mil para um projeto de saneamento ambiental. Os associados estão instalando as fossas sépticas adquiridas com o recurso. O projeto também prevê a proteção de nascentes e análise da água. Na área do córrego São Lourenço, cerca de 128 residências estão sendo beneficiadas. Mas o projeto também contempla famílias do córrego de Três Barras e Fundaça.

“Além da assistência nesses projetos da região, a Emater-MG continua também orientando os produtores em suas atividades agropecuárias, como produção de leite, cultivo de hortaliças, frutas, cana-de-açúcar e outros trabalhos”, informar o gerente da Emater-MG em Ponte Nova, Deonir Dall Pai.

 

Quatorze cidades mineiras oferecem nova escola de Engenharias e Arquitetura e Urbanismo

- Minas Gerais é o estado brasileiro com o maior número de vagas para o novo modelo de graduação do Brasil, o Híbrido Unicesumar -

Belo Horizonte, Nova Lima, Betim, Contagem, São Lourenço, Vespasiano, Divinópolis, Ibirité, Itabira, Ipatinga, Pará de Minas, Ribeirão das Neves, Sete Lagoas e Varginha são as 14 cidades mineiras escolhidas pela Unicesumar para serem as primeiras do país a oferecer o novo modelo Híbrido de ensino de Engenharias e Arquitetura e Urbanismo. Minas Gerais é o estado brasileiro com o maior número de vagas para os novos cursos. “É um reconhecimento da nossa instituição ao papel fundamental que o professor Aécio Lira, da Escola de Engenharia da UFMG, e outros professores de instituições de prestígio tiveram no processo de desenvolvimento do novo modelo híbrido”, afirma Wilson de Matos Silva, reitor da Unicesumar, que participa do lançamento oficial do Híbrido Unicesumar em Minas Gerais no próximo dia 20 de novembro, em Belo Horizonte.

A Unicesumar uniu o melhor da educação a distância e o melhor da formação presencial para criar o primeiro modelo híbrido de ensino de Engenharias e Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Desenvolvido ao longo dos últimos dois anos, o novo modelo nasceu da troca de experiências de professores renomados de Engenharia do país. Juntos, descobriram um novo significado para o ensino oferecido até hoje, seja no modelo presencial, como na educação a distância. “Nossa inquietação inicial foi a alta evasão escolar, a má qualidade da maioria dos cursos existentes – uma calamidade –, a baixa empregabilidade dos recém-formados e o comprometimento da indústria nacional num futuro bem próximo”, conta o professor Aécio Lira, um dos criadores do Híbrido Unicesumar.

Depois de 30 anos como professor da UFMG, onde ocupou a diretoria da Escola de Engenharia, e 13 anos de atuação no ensino privado, Lira constatou uma “crise nacional” na formação de engenheiros no Brasil. “A cada ano, cerca de 300 mil novos alunos ingressam nas centenas de faculdades de Engenharia no país. De cada 100 alunos que entram na faculdade, apenas 35 concluem o curso. E dos cinco mil cursos de Engenharia existentes no Brasil, apenas 19% têm nota 4 ou 5 no Enade, contra 51% com notas 1 e 2. O ensino de Engenharia no país só cresce em quantidade, mas não em qualidade; um verdadeiro caos”, explica.

Segundo Lira, essa realidade faz com que o primeiro critério de seleção de novos engenheiros para o mercado de trabalho seja a instituição na qual se formou. “Quem não é formado por uma das instituições que compõem esse grupo dos 19% dificilmente consegue uma boa colocação, o que faz com que aumente a cada ano o número de engenheiros desempregados ou subempregados no país”, afirma.

Diante dessa realidade, Lira começou a buscar parceiros para criar um novo modelo de formação de engenheiros no Brasil. “Bati em muitas portas, mas só encontrei as condições necessárias para desenvolver esse projeto na Unicesumar. A partir daí, conhecemos profundamente os modelos híbridos existentes nos Estados Unidos, no MIT, Stanford, Berkeley, Olin College, Purdue, Illinois/Urbana, Iowa State University e Northeastern University, e nos Institutos Indianos de Tecnologia, na Índia, que são muito avançados nessa área. Após isso, reunimos os melhores profissionais das melhores instituições federais e públicas de ensino de São Paulo. Depois, validamos o modelo híbrido junto às principais entidades do setor”, conta Lira.

Entre os profissionais que participaram da construção do Híbrido Unicesumar e de seus conteúdos, estão os professores José Roberto Cartilho Piqueira (POLI/USP), Luis Ricardo Arruda de Andrade (POLI/USP), Ricardo Fragelli (UNB/Universidade de Brasília), Abdias Magalhães Gomes (UFMG), Gal. Barroso Magno (IME), Cláudio Pessoa (FUMEC), George Jamil (FUMEC), Jorge Van Dal (Unicesumar) e Cláudia Herrero Martins Menegassi (Unicesumar). Contribuiu também nas discussões e análise o professor Alessandro Moreira, diretor da Escola de Engenharia da UFMG.

“Nos próximos dez anos, o Brasil vai viver uma nova realidade na formação em Engenharia, e a Unicesumar estará à frente nesse novo momento histórico, que terá grande impacto no desenvolvimento da indústria nacional e formará uma rede educacional indutora do desenvolvimento municipal sustentável nas áreas de infraestrutura e urbanismo. Esse é um modelo inspirador, que será copiado e replicado”, assegura Lira.

Como funciona

O Híbrido Unicesumar é a nova escola de Engenharias e Arquitetura e Urbanismo do Brasil, que utiliza técnicas pedagógicas presenciais e a distância. É uma metodologia inovadora que oferece qualidade de ensino, tecnologia educacional de ponta, garantia de aprendizagem, material didático próprio e estrutura física nos polos escolhidos para receber o modelo Híbrido, oferecendo salas de aulas modernas e laboratórios físicos e virtuais, com recursos em realidade aumentada e práticas programadas.

O Híbrido Unicesumar oferece cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia Civil, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção e Arquitetura e Urbanismo, todos com cinco anos de formação. O ano letivo será dividido em quatro módulos, com duração de dez semanas cada e duas disciplinas por módulo.

A semana de aula está estruturada para seis dias de atividades, sendo três dias de autoestudo, um dia de aula ao vivo (transmitida via streaming live) e dois dias de encontro presencial no polo e/ou prática laboratorial também no polo. Todas as atividades presenciais terão controle de frequência de no mínimo 60% de presença.

O Híbrido Unicesumar foi estruturado a partir de metodologias ativas, com aprendizagem baseada na reflexão sobre a experiência, em projetos, solução de problemas e em timing. A metodologia reúne ainda o ensino dirigido e por pesquisa, estudos de caso, gamificação e peer instruction (instrução entre pares).

A sala de aula no modelo Híbrido é invertida. Antes das aulas, o aluno prepara-se sobre o tema. Durante as aulas, ele pratica os conceitos aprendidos. Depois das aulas, revisa o conteúdo e estende seu aprendizado.

No início de cada disciplina, o estudante conhece a sua trilha de aprendizagem, visualizando onde está e aonde vai chegar. Trata-se de um mapa mental que o ajuda a orientar as dez semanas de estudos.

A pré-inscrição para os seis cursos (Engenharias Elétrica, Civil, Mecatrônica, Mecânica e de Produção e Arquitetura e Urbanismo) já pode ser feita no site da Unicesumar (www.unicesumar.edu.br). O processo seletivo está aberto e as aulas começarão em 19 de fevereiro de 2018.

Uma aposta no futuro

A Unicesumar, um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, está investindo R$ 100 milhões na pesquisa, desenvolvimento e implementação do modelo Híbrido. Segundo o pró-reitor de EAD da Unicesumar, William de Matos Silva, os investimentos da instituição incluem gastos em pesquisa, desenvolvimento de tecnologia educacional, formação de equipe e criação dos novos laboratórios nos polos de EAD que oferecerão o Híbrido Unicesumar.

O reitor da Unicesumar, Wilson de Matos Silva, afirma que este é um investimento no futuro do Brasil, especialmente nos setores que mais demandam por profissionais qualificados para o desenvolvimento do país: energia, telecomunicações e tecnologia. “Reinventamos a forma de ensinar Engenharia e Arquitetura e Urbanismo, porque temos tradição em educação e qualidade de ensino. Por isso, criamos um modelo disruptivo e inovador”, destaca.

Além dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento do novo modelo, a Unicesumar está investindo nos polos de EAD que oferecerão o Híbrido. Nesse primeiro ano, o novo modelo está sendo oferecido em 15 estados brasileiros, além do Distrito Federal.

O lançamento oficial do Híbrido Unicesumar em Minas Gerais será realizado no dia 20 de novembro, às 18h30, na Sociedade Mineira de Engenheiros, Rua dos Timbiras, 1514, Centro, Belo Horizonte (MG). O evento reunirá convidados das 13 cidades mineiras que receberão o novo modelo de ensino da instituição.

Hoje, a Unicesumar possui 221 polos de EAD, 90 mil alunos, 3 mil colaboradores e presença em todos os estados brasileiros. A instituição iniciou suas atividades em educação a distância em 2006, com 266 alunos matriculados em três cursos de Graduação: Gestão Financeira, Gestão Comercial e Recursos Humanos. Atualmente, são 43 cursos de Graduação (Bacharelado, Licenciatura e Tecnólogo) e 83 cursos de Pós-Graduação, além de cursos livres e cursos.

UFMG inaugura Centro de Convivência Negra

Nesta sexta-feira, 27 de outubro, a partir das 14h, será inaugurado o Centro de Convivência Negra da UFMG. O evento acontecerá no auditório Professor Baesse, no 4º andar da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich), no campus Pampulha. O Centro será um espaço para que a comunidade negra possa conviver e traçar planos e estratégias de enfrentamento para o racismo e racismo institucional, além de refletir e atender demandas do impacto do aumento da população negra na universidade. A ideia é que o Centro seja o primeiro de muitos que possam surgir nas unidades da Universidade. A iniciativa conta com o apoio das pró-reitorias de Extensão e de Assuntos Estudantis da UFMG.

O Centro de Convivência Negra foi organizado por um coletivo de estudantes formado no último movimento de ocupações da Universidade. À época, os alunos reivindicaram um espaço em que as pessoas negras, incluindo trabalhadores e comunidades vizinhas, pudessem se encontrar e trocar experiências, também para facilitar a permanência na Universidade.

Desde que foi criado, o coletivo vem promovendo atividades como estudos gratuitos e afrocentrados de língua inglesa, aulas de capoeira e oficinas de produção de bonecos.

Participam do evento de inauguração os professores Rodrigo Edinilson de Jesus, pró-reitor adjunto da Pró-reitora de Assuntos Estudantis (Prae), Cláudia Andrea Mayorga Borges, pró-reitora da Pró-reitoria de Extensão (Proex), Orestes Diniz Neto, diretor da Fafich e Vanicléia Silva Santos (Fafich).

A sede do Centro de Convivência Negra funcionará na sala F-1058, no 1º andar da Fafich.

Prazo para protocolo de projetos no edital 01/2017 da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte encerra-se em um mês

- Segundo a Seesp, já foram inscritas no edital 01/2017, aberto em 14 de julho deste ano, mais de 60 iniciativas de promoção e fomento ao esporte -

Daqui a um mês, no próximo dia 20 de novembro, encerra-se o prazo para protocolo de projetos esportivos no edital 01/2017 do Minas Esportiva Incentivo ao Esporte. Aberto no dia 14 de julho, o edital conta, até o momento, com 63 iniciativas protocoladas.

Do total de iniciativas cadastradas: 46 encontram-se em análise – a ordem está disponível para consulta – e três foram indeferidas ou rejeitadas; treze, que já estão aprovadas, encontram-se em fase de captação e uma, em execução. O Comitê Deliberativo Minas Esportiva Incentivo ao Esporte reuniu-se nessa quinta-feira (19/10), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, para analisar projetos já protocolados no edital que está aberto.

A seleção contempla projetos de até R$ 300 mil que tenham como característica essencial a promoção e o fomento do esporte e da prática de atividade física em Minas Gerais e que sejam de acesso gratuito ao público, isentos de taxa de inscrição ou qualquer outra forma de contribuição, ou cujo acesso seja por meio de doação de alimentos ou similares.

Estão aptas a inscrever projetos pessoas jurídicas com mais de um ano de existência legal, sem fins lucrativos, estabelecidas no Estado de Minas Gerais, com comprovada capacidade de execução do projeto esportivo, respondendo diretamente por sua elaboração, promoção, execução e prestação de contas. Dessa forma, podem apresentar propostas as prefeituras, órgãos da administração pública indireta, associações, OSCs, clubes, ligas desportivas, entre outras entidades que se enquadrem nos critérios definidos no edital.

A Lei Estadual de Incentivo ao Esporte – que prevê que até 0,05% da receita líquida anual do ICMS que coube ao Estado sejam direcionados a apoiar atividades esportivas ou paradesportivas – já aprovou, desde sua implantação, 502 projetos, beneficiando mais de 85 mil pessoas. Os recursos captados ultrapassam os R$ 42 milhões.

Regularização junto ao Cagec é necessária para protocolo de projetos

A Secretaria de Estado de Esportes (Seesp) publicou, no mês de julho, a Resolução Seesp 19/2017, que estabelece os procedimentos para o cadastro do Executor de Projetos Esportivos no Sistema de Informação Minas Esportiva Incentivo ao Esporte, para a apresentação e para o acompanhamento de iniciativas apoiadas com recursos decorrentes de incentivo fiscal nos termos da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte.

Entre outros detalhes, o documento determina que as Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que desejarem participar dos editais da Lei de Incentivo precisam estar em situação regular no Cadastro Geral de Convenentes do Estado (Cagec), de acordo com as novas regras. O mesmo vale para os executores que já têm projeto aprovado e encontram-se em fase de captação.

Desde o final de maio deste ano está vigente a Resolução Conjunta 001/2017 que altera a regulamentação do Cagec, buscando adaptá-la às novas exigências legais, em especial o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil – MROSC (Lei Federal nº 13.019/2014), e às exigências já previstas na Lei Complementar Federal 101/2000, a qual estabelece normas para a responsabilidade na gestão fiscal de finanças públicas.

Segundo o diretor de Gestão de Lei de Incentivo ao Esporte da Seesp, Thiago Santana, os executores de projetos esportivos devem buscar a regularização o mais rápido possível para que seja possível o protocolo de iniciativas no edital 01/2017 da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte.

“Com as mudanças estabelecidas, existe um grande volume de entidades atualizando as informações junto ao Cagec, então é necessário que as pessoas deem entrada na documentação para regularizar o cadastro o quanto antes, para evitar problemas no protocolo de novos projetos na Lei de Incentivo e no recebimento de recursos para projetos já aprovados”, destaca Santana.

Inscrição

Para efetuar a inscrição do projeto esportivo no edital 01/2017, o executor deverá estar previamente cadastrado no Sistema de Informação Minas Esportiva Incentivo ao Esporte, disponível no endereço eletrônico incentivo.esportes.mg.gov.br.

Ao final do cadastro, será emitido formulário Cadastro do Executor, que deverá ser impresso, assinado pelo representante legal e digitalizado para inserção no sistema, conforme passo a passo disponível no site do programa.

Uma vez aprovado o cadastro do executor pela Seesp, estará liberado o acesso para inscrição do projeto esportivo, que deverá ser elaborado de acordo com o edital, bem como a inserção de todos os dados e documentos descritos. Em seguida, o executor deverá finalizar e protocolar o projeto no Sistema de Informação. O Formulário de Protocolo do Projeto Esportivo, assinado pelo representante legal do executor - que atestará a veracidade das informações prestadas -, deverá ser digitalizado e inserido no Sistema antes da finalização do Projeto.

Todo o processo será realizado via Sistema de Informação, não cabendo envio de qualquer documento físico à Seesp. O projeto esportivo regularmente inscrito será encaminhado, então, para análise técnica e decisão do Comitê Deliberativo.

Dúvidas quanto à utilização do Sistema podem ser sanadas junto à equipe técnica pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

Governo de Minas Gerais lança Mapa Gastronômico do Estado

- Documento traz um guia completo dos roteiros de gastronomia e principais festivais da culinária mineira -

O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Turismo (Setur-MG), lançou na quarta-feira,18, o Mapa Gastronômico de Minas Gerais, dentro do programa +Gastronomia. O objetivo do mapa – na verdade, um guia - é potencializar o turismo gastronômico do Estado, já apontado em pesquisas como um dos preferidos dos turistas que visitam Minas Gerais.

O evento foi realizado na Casa da Gastronomia Mineira – Mineiraria, em Belo Horizonte, e contou com a presença do secretário de Estado de Turismo, Ricardo Faria, da presidente do Servas, Carolina Pimentel, do secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leitão, do secretário de Cultura, Angelo Oswaldo, e de representantes da sociedade civil.

Destinado aos turistas e operadores de viagens, o guia traz em seu conteúdo uma compilação das experiências gastronômicas do estado que são divididas, nesta primeira edição, em três eixos: festivais gastronômicos, visitas aos produtores locais e roteiros de gastronomia.

Resultado de um amplo levantamento da oferta turística em Minas Gerais, o Mapa Gastronômico foi elaborado em parceria com os circuitos turísticos mineiros, possibilitando o conhecimento da oferta gastronômica do estado e contribuindo, assim, para o planejamento, gestão e promoção da gastronomia mineira enquanto atrativo turístico.

“Minas Gerais tem grande potencial para o turismo gastronômico. Nossa gastronomia é apontada, desde 2014, como a principal imagem do estado. No entanto, ainda não era possível encontrar, de forma dinâmica e organizada, as principais informações sobre os circuitos gastronômicos do estado. Por isso, realizamos um levantamento em relação à oferta gastronômica existente em todas as regiões mineiras, que resultou, de forma surpreendente, no Mapa Gastronômico”, explicou o secretário de Turismo, Ricardo Faria.

“A gastronomia é parte da identidade, da cultura e da tradição de Minas Gerais. O Mapa reforça a importância do turismo como vitrine da gastronomia mineira. Ele reúne indicações de festivais que são realizados em todo o Estado, roteiros gastronômicos e diversos produtos típicos. Podemos dizer com certeza que ele incentiva a geração de renda e a criação de novos postos de trabalho, à medida em que apresenta novos produtos turísticos, valorizando a produção local. Nossa gastronomia é diversificada e regionalizada. Tratada como política pública, torna-se importante mecanismo de desenvolvimento econômico e do turismo em Minas Gerais – hoje, o estado que mais investe em gastronomia no Brasil”, disse a presidente do Servas, Carolina Pimentel.

Por meio do trabalho realizado, foi possível catalogar mais de 150 festivais gastronômicos no estado, que acontecem anualmente. Promovendo as iguarias e a tradição da culinária mineira, os festivais são importantes atrativos que permitem ao turista uma imersão na cultura local.

O guia também traz mais de 120 atividades e estabelecimentos abertos à visitação dos turistas, para quem deseja conhecer de perto a rotina dos produtores rurais. E há ainda 27 roteiros gastronômicos registrados - tudo pensado para que o turista possa saborear, vivenciar e se apaixonar por Minas Gerais.

“O Mapa é o reconhecimento da importância da gastronomia mineira para a diversificação e complementariedade da oferta turística de Minas Gerais. Dessa forma, é possível projetar o estado como um destino mais competitivo no mercado turístico, proporcionando ao turista o contato direto com a cultura local”, reforça Faria. “Vale ressaltar que este projeto colabora para a inclusão da cadeia produtiva gastronômica no turismo, contribuindo para que os produtores locais se beneficiem diretamente da atividade turística”, completou Faria.

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