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Desembolsos do BNDES para energia eólica dobram e batem recorde em 2017

 

Postado em 05-01-18 às 8h38

SÃO PAULO (Reuters) - Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para geração eólica bateram recorde em 2017, dobrando ante 2016, informou a instituição.

Os empréstimos do BNDES para o setor totalizaram 7 bilhões de reais e representaram mais da metade do total destinado pelo banco para a área de energia no ano passado.

Segundo o BNDES, em todo o ano passado, os desembolsos do banco para o setor de energia totalizaram 13,4 bilhões de reais.

Com a redução de preços e o aumento da eficiência, a geração eólica vem ganhando cada vez mais espaço na matriz energética brasileira.

Em leilão em dezembro, o Brasil contratou pela primeira vez projetos eólicos por preços inferiores ao de hidrelétricas.

"A eólica foi o grande destaque de 2017, com mais desembolso inclusive do que empréstimos para projetos de hidrelétricas, que no passado era expressivo", disse a jornalistas a superintendente da área de energia do banco, Carla Primavera.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), o país atingiu no início de dezembro a marca de 500 parques de geração eólica instalados, o equivalente a uma capacidade 12,64 gigawatts.

A previsão é que até 2020 essa capacidade alcance 17 gigawatts.

"O BNDES é o grande apoiador da eólica no Brasil", frisou Primavera.

SOLAR

O banco também fez no ano passado o primeiro empréstimo para geração solar no Brasil, no valor de 529 milhões de reais para um projeto em Minas Gerais.

O empreendimento, que conta com cinco usinas fotovoltaicas, que somarão uma potência instalada de 150 megawatts, pertence à francesa EDF e à Canadian Solar.

"Esperamos que o desembolso para eólica vai se manter em 2018, que já é bastante expressivo, e a gente imagina um crescimento forte este ano no financiamento de linhas de transmissão de leilões já realizados pelo governo. Há também outros projetos de solar em carteira em análise", disse a superintendente do BNDES.

Com mercado em alta, rede de diaristas e mensalistas busca investidores em Minas Gerais

A expectativa da Mary Help é conquistar 05 novos franqueados no estado

Em meio à recessão econômica que o país enfrenta, muitos brasileiros estão apostando no negócio próprio. Para aqueles que ainda não sabem por onde começar e muito mesmo em que investir, as redes de franquias podem ser uma excelente opção já que o mercado está em alta.

De acordo com os dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising), no passado, o setor de franchising teve um crescimento de 8,3%, representando um faturamento total de R$ 151,24 bilhões.

A pesquisa ainda revela que a região sudeste com 71% representa o maior número de redes franqueadoras do país. Diante dessa realidade, a Mary Help, primeira rede de diaristas e mensalistas do Brasil com unidades que administram equipes próprias para serviços em residências e empresas, pretende conquistar 5 novos investidores em Minas Gerais. A rede conta com 67 unidades franqueadas espalhadas por todas as regiões do país e espera chegar até o final do ano com 100 unidades em funcionamento.

Além do crescimento do Franchising, uma das vantagens de se tornar um franqueado da Mary Help é o fato de que a região está atraindo muito o ramo de limpeza. Segundo dados da ABF (Associação Brasileira do Franchising), o Sudeste representou no ano passado 68% do mercado de limpeza e conservação e foi a região com maior taxa de crescimento no setor.

Mesmo com o mercado em alta, a Mary Help prioriza sempre o crescimento sólido, para assim oferecer aos franqueados todo o suporte necessário. A empresa fechou no ano passado com um faturamento de R$ 20 milhões, mostrando que o setor é altamente promissor.

“Há muitas redes de franquia que visam o crescimento rápido, negligenciando o bom atendimento aos franqueados e aos clientes das unidades.  Essas redes iniciam seus negócios sem ter uma loja piloto e sem sequer ter experiência na área.  O resultado disso é um “voo de galinha”, ou seja, a rede cresce muito e depois tem uma grande quantidade de unidades fechadas.  Durante seis anos de existência, a Mary Help nunca deixou de se aperfeiçoar e evoluir, com equilíbrio e qualidade”, conclui José Roberto Campanelli, diretor da marca.

Para os interessados, a franquia pode ser adquirida com um investimento a partir de R$40 mil. O prazo de retorno costuma variar entre 12 a 14 meses e seu faturamento pode chegar a mais de R$150 mil mês.

Para mais informações acesse:http://www.maryhelp.com.br/home