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“Em terra de “VEZ EM QUANDO”, Antônio acreditar no que inventa!”.

No domingo,12, o Teatro Zélia Olguin, no bairro Cariru, receberá o divertido e inclusivo espetáculo “Vez em Quando”. A apresentação estará disponível em duas sessões, às 16h e 18h.

No espetáculo, o Núcleo de Dança-Dor faz imersão no imaginário infantil em sua nova montagem de dança-teatro. O novo espetáculo, inspirado no poema exclusivo “Vez em Quando”, de Daniel Viana, apresenta o menino Antônio, que brinca com o que inventa e se diverte em seu mundo imaginário.

Para a montagem, o Núcleo procurou redescobrir os movimentos e as danças locais, por meio da linguagem contemporânea, pesquisando as danças populares livres, trabalhando de forma marcante e divertida. Traz também as reações que as crianças expressam sem perceber, e passam despercebidos, porque demonstram a sensibilidade humana e a inocência da mente infantil, apesar das exigências comportamentais que são feitas aos adultos.

O espetáculo contará interpretação em LIBRAS feita Ketylen Souza, que trará inclusão ao espetáculo, permitindo que a mensagem possa, também, chegar aos que se comunicam por meio da “tradução” de libras!

A apresentação é dirigida por Gessé Rosa e assessorada pelo designer e bailarino André Neves. A interpretação fica por conta dos atores e bailarinos Amanda Lina, Chimeni Lins, Iorran Félix e Tiago Pires.

§  Local: Teatro Zélia Olguin

§  Data: 12/11/2017

§  Sessões: 16h e 18h

§  Classificação: livre

§  Duração: 50 minutos

§  Ingressos: Vendas na bilheteria, R$ 10 (inteira) R$ 5 (meia entrada para estudantes, professores, menores de 18 anos, maiores de 60, colaboradores Usiminas, Usiminas Mecânica, Unigal, Mineração Usiminas e Soluções Usiminas).

"ESPETÁCULO INCLUSIVOS COM INTERPRETAÇÃO EM LIBRAS"

Suzana Faini apresenta o espetáculo “Silêncio!” em Ipatinga

- O último espetáculo do projeto Mostra de Teatro conta história de uma família judaica, neste sábado, no Centro Cultural Usiminas -

Humor, drama, histeria, compaixão, crueldade e saudosismo. Assim é o clima de “Silêncio!”, a última peça do projeto Mostra de Teatro de 2017. O espetáculo que rendeu dois prêmios de melhor atriz para Suzana Faini, está em cartaz no Teatro do Centro Cultural Usiminas, no sábado,11, às 20h. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro e pelo site eventim.com.br

Um jantar judaico é o pano de fundo para a discussão de um tema tabu: as jovens judias que vieram do Leste europeu no final do século XIX e início do século XX, e que se tornaram prostitutas na América, as famosas “polacas”. Os conflitos de gerações regem a peça que apresenta uma grande virada no final. O espetáculo tem diálogos dinâmicos, com boa dose de humor ácido e perturbador. Suzana Faini representa a personagem Esther, a vaidosa e controladora matriarca da família.

“O  projeto Mostra de Teatro, que conta com o Incentivo da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e o patrocínio da NET e da Claro, chega a sua nona atração  trazendo uma grande nome do cenário brasileiro Suzana Faini, que aos seus 82 anos, conduz com maestria a sua personagem”, conta Fabrizio Teixeira, idealizador do projeto.

O texto é da dramaturga Renata Mizrahi, que venceu o último Prêmio Shell pelo espetáculo “Galápagos”. Completam o elenco Léo Wainer, Paula Sandroni, Alexandre Mofati, Pedro Monteiro e Gabriela Estevão. A produtora do Mostra de Teatro, Tina Vasconcelos, destaca que essa última atração reforça o “compromisso do projeto com o intercâmbio de conhecimentos e divulgação de grandes montagens para o público de Ipatinga”.

 

A ilusão da arma

Mario Eugenio Saturno

Ao longo dos meus 50 anos de consciência, tenho visto todo tipo de argumento a favor e contra a posse de armas. E essa discussão, curiosamente, é despertada mais quando ocorrem massacres nos Estados Unidos da América do que assassinatos no Brasil. É claro que os massacres com armas de guerra impressionam mais.

Alguns argumentos são honestos, outros completamente simplórios. A primeira a ser notada é que o porte de arma não aumenta a segurança de ninguém. Os casos em que o cidadão tem oportunidade de revidar são raros, pois, em geral, os bandidos atacam em grupo. E nessa situação desvantajosa, reagir é de extrema burrice. Basta observar os policiais assassinados, a maioria estava armada e não conseguiu reagir.

Algumas entidades estadunidenses aproveitaram o debate para destacar uma realidade que passa despercebida: o número anual de pessoas que cometem suicídio usando armas de fogo é muito maior do que o número de vítimas de homicídios cometidos com essas armas.

É o que revelam os dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos e é estarrecedor, pois cerca de 19 mil das 31 mil mortes por armas de fogo que acontecem anualmente nos Estados Unidos são suicídios. Isso representa 61,3% das mortes por arma de fogo.

Apesar desse número chocante, muitos simpatizantes das armas não enxergam a gravidade. O problema principal é a eficácia das pistolas e fuzis quando comparados com outros métodos. Dos que tentam se matar usando armas de fogo, 85% resultam em morte. Quando alguém tenta matar-se com outras maneiras, como o uso de medicamentos, apenas 2% do total morre. É o que preocupa as autoridades e os profissionais de saúde dos EUA.

Diversos psiquiatras e psicólogos destacam que não só se deve examinar os motivos que levaram alguém a querer tirar a própria vida, mas também é importante analisar como a pessoa tentou se suicidar. É o que pensam os cientistas da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard que criou o projeto “Means Matter” (Os Meios Importam) procurando destacar o papel de armas de fogo em suicídios.

A diretora do Means Matter, Dra. Catherine Barber, já analisou centenas de suicídios e o que mais chama a atenção é que em muitos casos de suicídio ocorreu algum evento que atuou como gatilho, como uma separação, uma discussão doméstica, ou problemas na escola.

A maioria dos que querem tirar a própria vida dedica pouco tempo ao planejamento do suicídio. Tudo é feito de impulso e se o método eleito é uma arma, há poucas chances que o suicida se arrependa de sua decisão. Os pensamentos suicidas não costumam durar muito tempo. Aparecem e logo se vão. Só uma minoria de pessoas permanece em estado suicida durante um longo período de tempo.

Já o Dr. Kenneth Duckworth, psiquiatra e diretor médico da Aliança Nacional para Doenças Mentais, afirma que nos estados com mais armas são os que têm níveis mais altos de suicídios, como Wyoming, Montana, Alasca e Nevada. Por outro lado, os nove Estados com menor número de proprietários de armas são aqueles que apresentam os menores índices de suicídio. Bons motivos para se pensar sobre essa ilusão.

Mario Eugenio Saturno (cientecfan.blogspot.com) é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e congregado mariano.

Inscrições para o Prêmio de Cultura Urbana de Periferia podem ser feitas até 14/11

- Dividido nas categorias MC, DJ, dança e graffiti, edital inédito da Secretaria de Estado de Cultura contempla os segmentos da cultura hip hop com R$ 280 mil divididos em 28 prêmios -

No caldeirão das periferias das cidades fervilham importantes manifestações culturais. São locais que se configuram não somente como ponto de resistência, mas também como espaço de convergência. A cultura hip hop é um relevante mecanismo de fortalecimento das comunidades e de suas identidades. Para estimulá-la,, o Governo do Estado lançou e mantém abertas as inscrições para o Prêmio de Cultura de Periferia- Canela Fina.

O edital inédito da Secretaria de Estado de Cultura visa a valorização, divulgação e estímulo à produção dos segmentos da cultura hip hop nas periferias, contemplando projetos ou ações já executadas ou em execução.

O prêmio é direcionado a artistas, produtores, coletivos e grupos ligados à cultura do hip hop. Podem se inscrever na premiação pessoas físicas, coletivos artísticos ou pessoas jurídicas sem fins lucrativos e que residam há, no mínimo, um ano em áreas de vulnerabilidade social de aglomerados, favelas e vilas dos municípios de Minas Gerais com população igual ou superior a 100 mil habitantes.

O valor total da premiação é de R$ 280 mil divididos em 28 prêmios no valor de R$ 10 mil cada. As inscrições podem ser realizadas até o dia 14 de novembro.  O edital e os formulários para participar do processo seletivo estão disponíveis no endereço goo.gl/q7oCpT.  O edital distribui sete prêmios para cada um dos grupos.

“Valorizar as linguagens urbanas é essencial para a cultura mineira. É nesse sentido que o secretário Angelo Oswaldo promove este relevante e imprescindível instrumento democrático”, diz o secretário-adjunto de Estado de Cultura, João Miguel.

Para a superintendente de Interiorização e Ação Cultural, Manuella Machado, o edital fomenta não só a produção contemporânea da cultura hip hop, mas também contribui para o fortalecimento da cena e do engajamento das próximas gerações de artistas.

“Reconhecer a potência de uma cultura que nasceu nas periferias e que possui uma ampla capacidade de articulação e de discurso fortalece a produção e incentiva o surgimento de novos artistas”, ressalta Manuella.

As categorias a serem contempladas são:

MC: músico que compõe e canta o rap ou que faz o freestyle.

DJ: operador de discos que faz bases e colagens rítmicas sobre as quais se articulam os outros elementos do hip hop.

Dança: estilos que contam com improvisação (freestyle) e eventualmente com batalhas (competições formais ou informais de dança). Os estilossão locking, breaking, popping, hip hop dance e krump.

Graffiti: inscrições caligrafadas ou desenhos pintados ou gravados sobre suportes que possibilitem a intervenção artística em espaços urbanos.

Canela Fina

O nome do prêmio é uma homenagem a Anderson Luiz de Paula, mais conhecido como MC Canela Fina, que foi integrante do Retrato Radical, grupo referência do rap mineiro, com o qual gravou três discos: "Seja Mais Um" (1995), "O Barril Explodiu" (2000) e "Homem Bomba" (2010).

Além disso, integrou em 1997 o grupo Black Soul, com o qual gravou o álbum "Patriamada", o primeiro CD de rap mineiro lançado por gravadora e com distribuição nacional. O disco saiu pelo selo Atração Fonográfica, que na época tinha artistas como Bezerra da Silva, Beto Barbosa e 509-E.

Até hoje seu nome consta como um dos rappers com o maior número de registros fonográficos da capital, sendo que o primeiro álbum do rapper foi produzido em vinil pelo DJ A Coisa e lançado pelo selo local "Black White Discos".

Canela Fina, ou Black, como muitos o chamavam, foi um MC habilidoso e um letrista versátil, considerado um dos melhores letristas do rap nacional. Sua morte, ocorrida em 2015 após um infarto, deixou um espaço vago na cena do hip hop mineiro.

Fabiana Schimitz lança Perfis no Zélia Olguin

IPATINGA – Um vendedor de sorvetes que já leu mais de mil obras literárias e um congadeiro e sanfoneiro, que jamais teve uma sanfona, são personagens de Perfis, livro que a jornalista Fabiana Schimitz(FOT0)lança, às 19h30  na sexta-feira (20), no Teatro Zélia Olguin.

A obra é uma compilação de reportagens sobre moradores do Vale do Aço publicadas entre 2005 e 2007 na sessão Perfil, do Diário do Aço. “O livro é o retrato de pessoas comuns que revelaram suas lutas, anseios, angústias e conquistas, por meio de narrativas deliciosas, que nos levam a viajar pelo universo delas”, define a autora.

Fabiana destaca ainda que Perfis é uma forma justa de apresentar à região como cada um desses anônimos contribui para a construção da história do Vale do Aço. “Seja no aspecto econômico, cultural, artístico, todos os entrevistados que comparecem no livro têm a sua importância na formação da identidade local”.

Perfis é uma produção independente. Para viabilizar sua publicação, Fabiana promoveu campanhas nas redes sociais e em um site de financiamento coletivo. “Muitas pessoas, de boa vontade, se uniram em torno desse meu trabalho e contribuíram para a realização do meu sonho de deixar um legado para o Vale do Aço. São amigos que abraçaram a causa que hoje entra em cena como projeto realizado”.

Os interessados em participar do evento, que tem entrada franca, devem confirmar sua presença pelo telefone (31) 9.8829-9591 ou retirar seu ingresso na bilheteria do Teatro Zélia Olguin.



“Concertos para Bebês Brasil” estreia nesse fim de semana

O Teatro Francisco Nunes, em Belo Horizonte, recebe a partir desse sábado, dia 14 de outubro, a 1ª temporada do espetáculo Concertos para Bebês Brasil, que tem roteiro e direção de Cássio Pinheiro, com arranjos musicais do multi-instrumentista André Durval. Voltando aos palcos de espetáculos para crianças após anos em cartaz com “Peter Pan” e “Tistu, o Menino do Dedo Verde”, sucessos de público e crítica, o diretor agora experimenta-se com uma proposta direcionada especialmente para a primeira infância.

No espetáculo “Concertos para Bebês Brasil”, a criança em sua primeira infância terá oportunidade de vivenciar os sons do cotidiano e da natureza por meios dos instrumentos musicais, das sonoridades graves, médias e agudas, além das sombras e luzes definindo e redefinindo volumes, formas e profundidade.

Inspirado no espetáculo português Concertos para Bebês, de Paulo Lameiro, a montagem brasileira proporciona o diálogo artístico com essas crianças e se propõe a fazê-lo com seus acompanhantes adultos, pois, ao estarem fisicamente próximos dos bebês, certamente influenciarão no seu envolvimento com o espetáculo.

Segundo o diretor Cássio Pinheiro, a estrutura cênica que convida o público para o palco, para a área cênica, quebra a divisão entre o artista e o expectador. “Nos dias de hoje temos dedicado às nossas crianças, desde seus primeiros contatos com o mundo real, sons e imagens high-tech, em um período da vida da criança no qual não há domínio da fala. Imagens e sons distanciados vindo de caixas pretas e telas mágicas. Assim apresentamos a elas outra realidade. Propomos um espetáculo lúdico sustentado pelas sonoridades acústicas dos instrumentos musicais e o corpo dos artistas, somados a imagens produzidas com luzes e sombras”, afirma.

O repertório musical é composto por composições brasileiras desde o século XVIII como Lição de Solfejo XXIII, de Luiz Alvares Pinto, aos dias de hoje, passando pelo cancioneiro popular e as cantigas de roda, dando destaque à riqueza e diversidade musical produzida no Brasil.

Concertos para Bebês Brasil será apresentado às 11 horas. Os ingressos custam R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia) se adquiridos na bilheteria. Toda criança paga meia entrada. Nos postos do Sinparc, os ingressos estão à venda por R$ 30,00 + taxas. Estão no elenco: Ana Roberta Rezende, Gabriel Estanislau, Gerson Marques, Julia Borges, Kelly Ferreira, Leandro Skald e Luiz Gomide. A produção é de Iris Prates e os figurinos são de Fabi Senra.

SERVIÇO

Teatro Francisco Nunes (3277-6325)

Dia 14 e 15

11 horas

Ingressos: R$ 70 (inteira) |R$ 35 meia (a venda na bilheteria) | Sinparc: R$ 30

Direção / Roteiro: Cássio Pinheiro

Direção Musical: André Durval

Elenco

Ana Roberta Rezende – Flauta Tranversal, Flautas Doce e Canto

Gabriel Estanislau – Palhaço, Contrabaixo Acústico e Canto

Gerson Marques – Viola Caipira, Cavaquinho e Canto

Julia Borges – Atriz, Percussão e Canto

Kelly Ferreira – Acordeon e Canto

Leandro Skald – Flauta Tranversal, Saxofone e Canto

Luiz Gomide – Ator, Percussão e Canto

ADEREÇOS: Felício Alves e Paulo Viana

FIGURINOS: Fabi Senra

ILUMINAÇÃO: Cássio Pinheiro

FOTOGRAFIA: Kika Antunes

VÍDEOS: Sandro Azevedo e Duo Filmes

PRODUÇÃO: Iris Prates

DESIGN GRÁFICO: Jonh Paulo e Mariana França

 

Instituto Cultural Usiminas lança programa Eu Dou Valor

Comunidade poderá doar até 6% do Imposto de Renda e contribuir para ampliar as ações do Instituto nas comunidades

Você sabia que parte do seu Imposto de Renda pode fazer a diferença na vida de milhares de pessoas? Pessoas físicas também podem ser patrocinadoras de projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura e contribuir diretamente para a realização de ações transformadoras na comunidade. Para ampliar ainda mais o alcance de suas atividades, o Instituto Cultural Usiminas lança o programa “Eu Dou Valor”, que receberá incentivo de pessoas físicas via imposto de renda e contribuição direta.

Com 23 anos de atuação, o Instituto Cultural Usiminas leva desenvolvimento sociocultural para milhares de pessoas em várias cidades do país, por meio de projetos nas áreas da cultura, esporte e desenvolvimento social. O programa “Eu Dou Valor” contribui para a continuidade desses projetos que oferecem, de forma democrática, o acesso à arte, cultura e educação e movimenta uma grande cadeia da economia onde as ações são realizadas.

A doação se reverte em apresentações de espetáculos gratuitos para famílias e escolas; cursos e oficinas para capacitação de professores e arte-educadores; profissionalização de grupos artísticos; movimentação da economia e geração de emprego e renda para artistas, profissionais liberais, comércio e serviços em geral; estímulo ao turismo cultural e de eventos e uma programação permanente e de qualidade para o Centro Cultural Usiminas e Teatro Zélia Olguin, em Ipatinga (MG).

A diretora do Instituto Cultural Usiminas, Penélope Portugal, reforça a importância da participação da comunidade no programa “Eu Dou Valor” como forma de contribuir para o desenvolvimento social de milhares de pessoas. “As doações vão ampliar o trabalho sociocultural já realizado pelo Instituto em comunidades de várias partes do Brasil. O Programa dá às pessoas a liberdade de escolher para onde será encaminhado parte do seu imposto e a possibilidade de acompanhar a aplicação do recurso de maneira transparente”, frisa.

Para participar, os interessados devem acessar www.eudouvalor.com.br. No site é possível conhecer mais sobre o programa, tirar dúvidas, fazer uma simulação e realizar a doação.

 

Em cartaz no Centro Cultural Usiminas a 17ª edição do Festival da Criança

Grupos de teatro do Vale do Aço e Belo Horizonte se se revezam no palco do Centro Cultural Usiminas e foyer, para receber cerca de 5.300 crianças, já agendadas para as oito apresentações que acontecem durante esta semana, dentro da programação da 17ª edição do Festival da Criança. Cerca de 32 escolas, vindas de Timóteo, Coronel Fabriciano, Santana do Paraíso, Tarumirim e Ipatinga estarão presentes nos espetáculos que acontecem na parte da manhã e tarde.E o primeiro espetáculo a receber a criançada é A Máquina do Tempo, do Coletivo 7, de Ipatinga.

Uma trupe de artistas mambembes viajam em seu mágico carroção, para apresentar o espetáculo que conta a história de três cientistas malucos que inventam uma máquina do tempo, para voltar ao passado e impedir um incêndio que devastou em uma reserva florestal. De forma lúdica e divertida a peça apresenta os sérios problemas causados por um incêndio e a importância de preservarmos o meio ambiente.

A Máquina do Tempo é uma adaptação para o palco do espetáculo no passado, presente ou no futuro: incêndio não é legal, que vem circulando por 10 cidades da região, dentro do projeto Ambiente e Arte da Cenibra. Serão três apresentações, segunda dia 02 de outubro, às 14h30 e terça, 03 de outubro às 9h e 14h30. No elenco Didi Peres, Bárbara Pavione, Leo Coessens e Roberto Yokel, com direção e dramaturgia de Claudinei de Souza e cenotécnica de Robson Firmino.Na quarta-feira, 04 de outubro, às 9h, no foyer do teatro, Flora Manga apresenta uma adaptação bem brasileira do clássico Alfaiate Valente dos Irmãos Grimm. A história acontece numa vila do sertão de Minas Gerais. Lá um pequeno alfaiate, ao tentar proteger sua geléia de goiaba, acaba por matar sete moscas com apenas um golpe. Achando isso um feito incrível, decide sair pelo mundo com uma faixa escrito "Matei sete de uma vez". O que ele não podia imaginar é que essa brincadeira iria colocá-lo nas mais perigosas enrascadas, pois o Coronel da cidade resolve contratá-lo como jagunço.

O premiado espetáculo infantil da Cia. Canguru Teatro de Bonecos, de Belo Horizonte, Mania de Explicação, baseado no também premiado livro de Adriana Falcão, encerra as apresentações da semana com quatro apresentações. A primeira na quarta-feira, dia 04, às 14h30 e as outras na quinta-feira, dia 05, às 08h, 9h30 e 14h30.

Wanda Sgarbi, diretora de arte e produtora do espetáculo, destaca que a montagem teve como proposta o trabalho de Teatro de Animação de bonecos em diferentes técnicas, a projeção de vídeo de animação e a manipulação de sombras e silhuetas. A peça fala de uma garotinha que busca explicações para várias palavras que são  apresentadas de uma forma especialmente poética e lúdica, encantando espectadores de todas as idades. Um texto diferente que propõe uma reflexão profunda sobre o cotidiano e que, além de provocar a reflexão, encanta a adultos e crianças, declara Wanda. De acordo com a diretora, a proposta de transformar esse texto em uma peça de teatro fugiu do lugar comum das produções infantis onde predominam os clássicos contos de fadas.

E durante toda a semana a criançada será recebida no foyer do teatro por Luís

Yuner e seu incrível Homem Banda, que desperta muita curiosidade ao tocar sozinho e ao mesmo tempo, seus vários instrumentos. A performance permeia o universo da musica inserida na tradição circense, homenageando dobrados, cirandas e cantigas de roda que embalam números clássicos do circo.

O Festival da Criança é patrocinado pela Usiminas e conta com apoio do Usicultura, Panorama Tower Hotel, Ecomov e Associação Cultural Zélia Olguin. O incentivo é do Governo de Minas Gerais, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. A realização é de Marilda Lyra. A entrada para as apresentações desta semana é franca, mediante agendamento escolar.



Perfis tem pré-vendas no Avesso

A jornalista Fabiana Schimitz promove, no  sábado,16, no Avesso Pub, a pré-venda do seu livro, Perfis, que deve ter lançamento oficial até o próximo mês. O evento tem como objetivo reunir amigos interessados em adquirir um vale-livro da obra.

Perfis é uma compilação de reportagens sobre pessoas que saíram do anonimato após conceder entrevista ao jornal Diário do Aço. As matérias foram publicadas na sessão do impresso chamada Perfil entre 2005 e 2007.

“São personagens fascinantes, como artistas, inventores, pioneiros e escritores que falam de seu cotidiano, permeado de sentimentos universais, como amor, paixão, alegria, angústia. Perfis é a representação de parte da história do Vale do Aço, contada por pessoas que tecem o cotidiano, mas nem sempre recebem o merecido reconhecimento”, comenta Fabiana Schimitz.

A escritora adianta que o pré-lançamento contará com a participação do músico Sóstenes Araújo.

FINANCIAMENTO

Perfis é uma produção independente viabilizada graças a campanhas nas redes sociais e em um site de financiamento coletivo, além do apoio de instituições e empresas da região. Segundo destaca Fabiana Schimitz, o movimento para arrecadação de recursos continua na internet. “Estamos na reta finado do projeto, e todo apoio é bem-vindo. Interessados em participar da campanha podem acessar a fanpage facebook.com.br/perfis.fabiana.schimitz ou acessar o site www.vakinha.com.br/vaquinha/publicacao-livro- perfis e fazer sua doação”, explica a autora.

SERVIÇO

Pré-vendas do livro Perfis, de Fabiana Schimitz, com a participação do músico Sóstenes Araújo. Dia 16 de setembro, de 20h às 23h55, no Avesso Pub, no Centro Comercial do Cariru.

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